Ainda que instituições não recorram a castigos violentos ou sangrentos, mesmo quando utilizam métodos “suaves” de trancar ou corrigir, é sempre do corpo que se trata — do corpo e suas forças, da utilidade e docilidade deles, de sua repartição e de sua submissão. <\/p><\/div>
FOUCAULT, M. Vigiar e punir<\/strong>. Petrópolis: Vozes, 1995 (adaptado).<\/p><\/div><\/div><\/section>