A reprodução da gravura deve ocupar o máximo possível da região disponível, mantendo-se as proporções da Figura 1
PRADO, A. C. Superinteressante, ed. 301, fev. 2012 (adaptado).
A folha de papel tem de comprimento por de altura, mas a Figura 2 mostra que precisamos deixar livres em cada margem. Como sobram margens em lados opostos (esquerda e direita, cima e baixo), descontamos () de cada dimensão total:
As dimensões da gravura original vêm da Figura 1, dadas em metros. Como a escala é uma razão entre medidas, todas precisam estar na mesma unidade. Sejam o comprimento e a altura da gravura original mostrada na figura; para trabalhar em centímetros, basta multiplicar cada medida em metros por .
Lendo a Figura 1, a gravura tem de comprimento e de altura, o que corresponde a:
A escala é a razão entre a medida na reprodução e a medida real. Para que a imagem ocupe o máximo possível mantendo as proporções, calculamos a escala-limite separadamente para o comprimento e para a altura.
Para o comprimento, dividindo o espaço disponível pela medida original:
Para a altura:
Temos duas candidatas: e . A escala reduz a imagem vezes; a reduz apenas vezes.
Se usássemos a menor redução (), o comprimento se encaixaria, mas a altura reproduzida ficaria em — maior que os livres, e a imagem vazaria pela margem.
Por isso, em problemas de encaixe, escolhe-se sempre a maior redução (o maior denominador). Com , a altura ocupa exatamente os e o comprimento fica em , cabendo com folga nos disponíveis.
A escala da gravura reproduzida é .
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Fonte: prova oficial do ENEM 2014 (INEP). Resolução comentada pela equipe do Alvo ENEM.