É nesse sentido que se defendem a valorização e a inclusão das vozes dos grupos oprimidos, que deixam de ser silenciadas para ganhar espaço e reconhecimento no currículo escolar, superando visões etnocêntricas e homogeneizantes. No âmbito da educação física, isso significa o diálogo com o estudo das manifestações corporais dos diversos grupos culturais, sem qualquer tipo de hierarquização entre elas. <\/p><\/div>
NEIRA, M. G.; NUNES, M. L. F.; LIMA, M. E. (Org.). Educação física e culturas<\/strong>: ensaios sobre a prática. São Paulo: Feusp, 2014.<\/p><\/div><\/div><\/section>