Em decorrência da naturalização da inferioridade social da mulher e da concepção de justiça do Estado, baseada na igualdade abstratamente concebida, torna-se possível convencer o Estado burguês a conceber e implementar políticas públicas cujo conteúdo se define pela discriminação positiva de mulheres, embora isso aparentemente seja paradoxal. <\/p><\/div>
SAFFIOTI, H.; ALMEIDA, S. S. Violência de gênero, poder e impotência<\/strong>. Rio de Janeiro: Revinter, 1995 (adaptado).<\/p><\/div><\/div><\/section>