Em primeiro lugar, é preciso libertar-se do preconceito segundo o qual a filosofia é apenas uma disciplina particular, apenas o trabalho de um círculo restrito de pessoas que dedicam sua atividade a refletir e a indagar sobre certos tipos de problemas. A filosofia é isso também, mas não só. Deve haver uma filosofia como ato existencial, que faz do homem um ente que pergunta, duvida, teme e age para dominar o futuro. <\/p><\/div>
ABBAGNANO, N. Introdução ao existencialismo<\/strong>. São Paulo: Martins Fontes, 2001 (adaptado).<\/p><\/div><\/div><\/section>