O feminismo teve uma relação direta com o descentramento conceitual do sujeito cartesiano e sociológico. Ele questionou a clássica distinção entre o “dentro” e o “fora”, o “privado” e o “público”. O slogan do feminismo era: “o pessoal é político”. Ele abriu, portanto, para a contestação política, arenas inteiramente novas: a família, a sexualidade, a divisão doméstica do trabalho etc. <\/p><\/div>
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade<\/strong>. Rio de Janeiro: DP&A, 2011 (adaptado).<\/p><\/div><\/div><\/section>