O smartphone não é uma coisa. Eu o caracterizo como um infômata (coisa informatizada) que produz e processa informações. As informações são o contrário dos apoios que dão tranquilidade à vida. Vivem do estímulo da surpresa. Elas nos submergem em um turbilhão de atualidade.
HAN, B.-C. apud FANJUL, S. Entrevista com o filósofo Byung-Chul Han. Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em: 21 out. 2021 (adaptado).